Arquivo mensal: julho 2012

STYLE – BIRKIN

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Hermès hoje é considerada uma das marcas de luxo que ainda mantém uma aura de exclusividade, de ser algo de fato especial e único. Seus produtos não são produzidos na China e, mesmo atuando globalmente, muitas peças são feitas em uma escala menor, pois são envolvidas em processos artesanais.

E claro, a marca também é apoiada por seus ícones, as bolsas Kelly (homenagem à Grace Kelly) e Birkin (homenagem à cantora Jane Birkin; leia mais abaixo). Ah, os ícones…

Quantas histórias não ouvimos sobre eles. Seis anos de lista de espera por uma Birkin; Birkins que ultrapassam US$ 50 mil, celebridades que têm coleção de Birkins avaliadas em mais de US$ 200 mil e por aí vai.

Mas mesmo com todo o dinheiro do mundo, você entrava numa loja da Hermès e, se quisesse uma Birkin, saía de mãos vazias. Waiting list, baby. Essa exclusividade manteve a bolsa no topo da lista dos produtos mais desejados. Quanto maior a escassez, maior também é o barulho que causa.

Hoje, qualquer celebridade ou menina rica que se preze tem a(s) sua(s). Ficou famosa? Vai e compra uma Birkin que não tem erro. Então, se a Birkin é tão cara e difícil de conseguir, como elas aparecem nos braços de “tantas” mulheres?

Talvez elas não sejam mais tão especiais assim? É o que lemos na matéria “Has The Hermes Birkin Bag Lost Its Appeal?”, publicado no site da Forbes. O jornalista diz que, em Hong Kong e em Singapura, uma Birkin é tão normal quanto uma bolsa da Coach nos EUA. “Elas estão por toda parte e em todas as formas – das mais simples às adornadas com cristais”, diz o texto.

A loja Milan Station, em Hong Kong, que revende bolsas Birkin pelo dobro do preço ©Reprodução

Na Milan Station, em Hong Kong, uma loja segunda mão de bolsas de luxo, ele encontrou Birkins e Kellys ainda nas caixas, novinhas. Por conta de sua escassez, uma Birkin tem valor cada vez maior na revenda. Acontece assim: clientes compram direto na Hermès e vendem para essas lojas como a Milan Station, que as repassam por até o dobro do preço. “Temos um estoque de Birkins maior do que a própria Hermès”, disse um porta-voz da loja. Pagando duas vezes mais você já sai da loja com sua “it bag”. Só para quem pode. E parece que em Hong Kong muitos estão podendo.

A PR Olga Iserlis, de Singapura, diz que “como hoje todo mundo tem uma Birkin, cada vez mais as mulheres estão buscando bolsas com peles mais exóticas”.

Mas é claro que o declínio da Birkin ainda está longe de ocorrer, se é que um dia vai acontecer, o que é deixado claro pelo jornalista. “Ela representa sucesso, status e conquista. Mostra que seu dono faz parte do clube dos que podem pagar US$ 20 mil por uma bolsa. A Birkin é um lifestyle”.

O que torna a Birkin tão valiosa e escarça é o seu processo artesanal. Inteira produzida na França, é feita à mão por artesãos que passam por longos treinamentos antes de poder tocar em um pedaço de couro. Pode levar de 48 horas a duas semanas para ser finalizada, dependendo da customização. O valor e o tempo aumentam de acordo com o tipo de material usado. Então, as bolsas são enviadas para as lojas Hermès em quantidades limitadas e em cronogramas imprevisíveis, criando assim, um produto exclusivo.

ady Gaga causou ao aparecer com um modelo canetado ao desembarcar no Japão ©Reprodução

A própria Forbes listou o modelo de crocodilo com 10 quilates de diamantes como uma das bolsas mais extravagantes do mundo, que chegou a ser vendida por US$ 120 mil em um leilão em Nova York.

Em 2010, um post no site She Finds, reproduzido em diversos veículos, entre eles o International Herald Tribune, dizia que a Hermès anunciou o fim da lista de espera para a Birkin. Vale notar que são bolsas discretas e sem logos estampados, mas ainda assim as mais reconhecidas e desejadas.

Quem usa? Muitas, quase todas. Entre elas, Kate Moss, Kelly Osbourne, Julia Roberts, Elle Macpherson, Lady Gaga, Rihanna, Lindsay Lohan, Sarah Jessica Parker, Naomi Campbell e Victoria Beckham, que tem uma coleção de cerca de 100 Birkins. Kim Kardashian também tem várias. Uma para cada clique.

No fim, é uma peça especial que está sendo banalizada pela forma como é usada. Lady Gaga pediu para o artista Terence Koh escrever sobre sua Birkin branca; já no modelo preto, ela colocou vários spikes pela bolsa inteira. Para uma celebridade desse nível a bolsa perde seu valor intrínseco. Tem gente usando Birkin até para ir à praia. Na academia que eu frequento, há Birkins jogadas no chão, ao lado dos aparelhos de musculação. Francesca Eastwood, filha do diretor Clint Eastwood, botou fogo na sua, que custou US$ 100 mil, em uma “performance artística”.

Quando nós deixamos de ver aquilo como algo especial, o produto perde seu encanto. Quer fazer um fashion statement? Rabisca sua Birkin! Customiza em casa. Pede pro seu amigo stylist dar um tapinha. Depois, se você não gostar, compra outra.

Como nasceu a Birkin

Jane Birkin: a original ©reprodução

Jane Birkin é uma cantora britânica que ficou conhecida não só por sua beleza e talento, mas também pelo seu relacionamento com Serge Gainsbourg, com quem teve uma filha, Charlotte Gainsbourg.

Há algumas versões sobre a criação da Birkin, mas a mais famosa, que também está no livro “Handbags, What Every Woman Should Know”, de Stephanie Pendersen, conta que Jane sentou-se ao lado de Jean-Louis Dumas, CEO da Hermès, em um voo de Paris para Londres. Ela havia acabado de colocar sua bolsa Kelly acima de seu assento, mas as coisas caíram e ela teve que ficar recolhendo e colocando tudo de volta. Ela então disse a Dumas que era difícil achar uma bolsa de couro que ela gostasse e que coubesse todas as suas coisas.  Ele então perguntou como seria essa bolsa e em 1984, a marca lançou uma bolsa de couro preto para Jane. Jane Birkin diz que tem apenas um modelo e, em 2006, anunciou que iria parar de usa-la. “Amo minha bolsa Birkin, mas carrego tanta coisa que acho que é por isso que sofro de tendinite”.

cho que é por isso que sofro de tendinite”.

Kate Moss

Hillary Duff

Lady Gaga

O modelo preto com spikes de Lay Gaga

Avril Lavigne

Katie Holmes

Lindsay Lohan

Rachel Zoe

naomi campbell birkin bag

Naomi Campbell

Victoria Beckham, a mais louca por Birkin

Mais uma da Victoria, em uma combinação não muito feliz

Ela de novo…

 

STYLE – MODA E BELEZA LOUIS VUITTON

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 HOJE EU VOU CONTAR PARA VOCÊS UM POUCO DA HISTÓRIA DA FAMOSA MARCA LOUIS VUITTON.                                             Imagem                                         .Pense em uma marca luxuosa. Agora pense em bolsas e malas. Certamente a marca que lhe veio à cabeça é a francesa LOUIS VUITTON. Assim, de maneira simples, apenas com duas palavras, pode ser resumido o conceito que envolve duas das letras mais famosas do alfabeto conhecido por viajantes há mais de um século: L e V. Duas letras poderosas capazes de levar mulheres do mundo todo a ficar em uma fila de espera para comprar uma bolsa em valor que passam facilmente dos três dígitos. Ou ainda fazer duas mil japonesas passarem a noite em claro, na calçada, aguardando a inauguração de uma loja. O segredo de seu sucesso é aliar qualidade e exclusividade, criar objetos de desejo em número limitado, que muitas sonham ter, mas nem todas conseguem. A LV é muito mais do que uma grife: uma lenda.                        Imagem                                  HISTÓRIA: Louis Vuitton.

Louis Vuitton nasceu em uma pequena aldeia na cidade de Jura, França (perto Suíça), 04 agosto de 1821, morreu em Paris, 27 de fevereiro de 1892. Vuitton veio de uma família muito pobre de carpinteiros. Para ajudar a família aos 14 anos, viajou a pé para Paris (cerca de 400km) para um curso de 2 anos que ele iria aprender a trabalhar com madeira. A história Vuitton com os baús está prestes a começar quando um fabricante de baús de viagem que a alta sociedade costumava usar para viajar, contrata o menino como aprendiz. Em 1851, em cada viagem do imperador francês Napoleão III, foi trazido ao Palais des Tuileries um jovem aprendiz, para embalar a bagagem da imperatriz Eugénie, ele acaba conhecendo a Imperatriz e tornando-se seu favorito. A partir daí, sua carreira vai decolar, e em 1854 ele abre sua maison (MAISON LOUIS VUITTON Malletier na Rue Neuve des Capucines) em Paris, onde produziu baús artesanais e bolsas. Vuitton queria criar algo útil, bonito e prático para realizar a sua ideia que ele teve que trabalhar muito duro, para que ele pudesse criar algo diferente, o conceito de trazer todas essas características foram pioneiros no momento.                                                              Imagem                                        Imagem                                 

Os baús naquela época eram feitas com o couro natural, couro, portanto, tinha um cheiro muito forte e distinto, em seguida, ele teve uma boa ideia para criar um tecido resistente que vai substituir o couro, e  mais tarde e também as ponteiras de metal para os cantos dos baús.                                        Imagem                                   Imagem                               Imagem                                 

E mesmo depois que a loja abriu, ele ainda estava produzindo baús personalizados e únicos produtos exclusivos, como um baú que se transformou em uma cama, a pedido de um explorador europeu, outro baú que se transformou em um vagão, para um viajante muito especial, e também um baú flutuante para os praticantes de balonismo que agora e depois caiu no mar. No ano seguinte, a Maison e a família se mudou para a pequena cidade de Asnières-sur-Seine, localizado a cerca de 30 km de Paris. Assim, a produção estaria mais próximo a seus fornecedores a madeira que serve como uma estrutura para as bolsas. Além disso, a empresa levaria vantagem do transporte fluvial para o escoamento de sua produção.                                                                      Imagem                         Imagem                                                                                                                                             

Algum tempo depois, em 1858, ele criou um novo modelo de baú, diferente do que estava acostumado a usar no momento, era leve e impermeável.

Com o crescimento da empresa eo reconhecimento da marca ao redor do mundo, Georges Vuitton, filho de Louis, se juntou ao seu pai e 1870 com a ideia da abertura de novas lojas fora do seu país de origem, que aconteceria apenas 15 anos mais tarde                                                                                                          Imagem                                                                           O monograma.

Por causa das inovações em designs e tecidos, os baús Vuitton começaram a ser copiados na Europa, e para parar tantas falsificações em 1886 ele criou um monograma das letras “L” e “V”, que representam a marca, juntamente com os símbolos que reproduziam flores, que foi utilizado no revestimento da mala. O monograma criado ainda é usado.                                                                                                 Imagem                                    Em 1876, a empresa teve que tomar sua primeira atitude em relação às imitações, mudando sua já famosa lona cinza do modelo Trianon para as listras beges e marrons. O posicionamento da marca em relação à viagem era tal que foram criados produtos sob encomenda para esse fim: a “mala-cama”, em 1879; a “mala-secretária”; a mala de sapatos; as famosas caixas de chapéus; e os reboques de camping. Em 1885 foi aberta a segunda loja em Londres, localizada na badalada Oxford Street e primeira fora da França. Com o passar dos anos seus produtos despertavam inveja e inspiravam imitadores. Georges Vuitton herda o poder criativo do pai e continua a inovação da marca ao criar, em 1888, como forma de boicotar as imitações, de uma nova impressão batizada de “Damier” em marrom e bege trazendo a inscrição “marque L. Vuitton déposée”, ou seja, marca registrada Louis Vuitton. Foi em vão. A primeira utilização dos tradicionais monogramas das letras LV, granulados e nas cores marrom e bege, juntamente com símbolos que reproduziam flores, que hoje é a marca registrada da LOUIS VUITTON, aconteceu somente em 1896 quando Georges, filho de Louis, que morreu três anos antes, mais uma vez tentava diferenciar seus produtos das inúmeras imitações que eram produzidas na época. Rapidamente, os baús e malas com monogramas da marca caracterizavam as pessoas ricas e de bom gosto nas viagens de trens e navios. E, depois, nas primeiras classes dos aviões. Georges também foi responsável pela criação dos fechos invioláveis que equipavam os produtos                                                                              Imagem                Em 1876, a empresa teve que tomar sua primeira atitude em relação às imitações, mudando sua já famosa lona cinza do modelo Trianon para as listras beges e marrons. O posicionamento da marca em relação à viagem era tal que foram criados produtos sob encomenda para esse fim: a “mala-cama”, em 1879; a “mala-secretária”; a mala de sapatos; as famosas caixas de chapéus; e os reboques de camping. Em 1885 foi aberta a segunda loja em Londres, localizada na badalada Oxford Street e primeira fora da França. Com o passar dos anos seus produtos despertavam inveja e inspiravam imitadores. Georges Vuitton herda o poder criativo do pai e continua a inovação da marca ao criar, em 1888, como forma de boicotar as imitações, de uma nova impressão batizada de “Damier” em marrom e bege trazendo a inscrição “marque L. Vuitton déposée”, ou seja, marca registrada Louis Vuitton. Foi em vão. A primeira utilização dos tradicionais monogramas das letras LV, granulados e nas cores marrom e bege, juntamente com símbolos que reproduziam flores, que hoje é a marca registrada da LOUIS VUITTON, aconteceu somente em 1896 quando Georges, filho de Louis, que morreu três anos antes, mais uma vez tentava diferenciar seus produtos das inúmeras imitações que eram produzidas na época. Rapidamente, os baús e malas com monogramas da marca caracterizavam as pessoas ricas e de bom gosto nas viagens de trens e navios. E, depois, nas primeiras classes dos aviões. Georges também foi responsável pela criação dos fechos invioláveis que equipavam os produtos                                               Imagem                                       O The Louis Vuitton Building foi inaugurado em 1914 na cidade de Paris, em um luxuoso endereço na Avenida Champs-Élysées, como a maior loja de produtos para viagem do mundo. Nesse mesmo ano, a empresa ampliou sua atuação internacional com inaugurações de lojas em Nova York, Bombaim, Washington, Londres, Alexandria e Buenos Aires. Em 1936, Georges Vuitton morre e, novamente, a empresa é passada para o descendente direto da família, seu filho Gaston-Louis Vuitton. Sedento pela descoberta de novos materiais, ele dedica-se com afinco ao seu objetivo, e em 1959, cria um tecido impermeável mais maleável à base de linho, algodão e PVC, utilizado como matéria-prima nos modelos de bolsas até os dias de hoje. Em 1977, Henry Recamier, genro da matriarca Renée Vuitton, assumiu o comando da empresa e iniciou a verticalização dos negócios. A empresa, então com apenas duas lojas, alcançou vendas de US$ 12 milhões e lucro de US$ 1.2 milhões. Em 1978, a primeira loja no Japão foi aberta e no início da década seguinte a expansão asiática chegou à Taiwan e a Coréia do Sul.                                     Imagem                                        Até meados dos anos 80, a LOUIS VUITTON parecia fadada a vender bolsas clássicas para um público pequeno, porém muito fiel. Em 1987, o magnata francês Bernard Arnault comprou a grife da família Vuitton e, com ela, ergueu os pilares do LVMH (Louis Vuitton Moët Henessy), maior conglomerado de marcas de luxo do planeta. Em um mundo globalizado, enxergou o potencial que um nome com a tradição da LOUIS VUITTON teria entre um público ansioso por consumir luxo de qualidade. Cultuada por esta qualidade, a marca começou a se preocupar em lançar tendências em 1996, quando convocou sete estilistas renomados – Helmut Lang, Azzedine Alaïa, Vivienne Westwood, Isaac Mizrahi, Romeo Gigli, Manolo Blahnik e Sybilla – para reinventar seus acessórios, em uma homenagem aos 100 anos dos famosos anagramas. Em 1992, a primeira loja em território chinês foi inaugurada, de olho na enorme população do país, que hoje é indubitavelmente uma grande potência consumista, especialmente no segmento de luxo. Mas a injeção de dinheiro não foi suficiente.                                                               Imagem                                                          Em 1997, Arnault contratou o estilista americano Marc Jacobs para renovar a LV e criar sua primeira coleção de roupas, além de sapatos, relógios e até jóias. Reconhecido nos Estados Unidos por sua modernidade, o estilista americano desembarcou em Paris como um quase desconhecido, mas mostrou a que veio logo na primeira temporada. Transformou as bolsas LV em coqueluche. Disposto a inovar, a célebre combinação do logotipo marrom e amarelo sobre o fundo de couro marrom, dando um ar contemporâneo com símbolos da cultura pop e cores novas, o americano vem convidando nos últimos artistas para experiências mais ousadas. Em 2001, Stephen Sprouse emplacou as bolsas grafitadas. Depois vieram o trabalho em patchwork da artista inglesa Julie Verhoeven, as cores fluorescentes do diretor teatral Bob Wilson e os mangás do desenhista Takashi Murakami. Em outra prova de ousadia, convidou a atriz Jennifer Lopez para ser garota-propaganda da grife francesa, logo ela, que, com seus decotes exagerados e combinações esdrúxulas, já foi eleita uma das mulheres mais mal-vestidas de Hollywood. Para o estilista, ela representa uma mulher influente, poderosa e cheia de glamour, do jeito que a cliente LOUIS VUITTON se sente com as criações da marca.                                    Imagem                                   Em 2004, quando comemorou seus 150 anos, a marca francesa inaugurou lojas em São Paulo, Cidade do México, Nova York, Cancun, Joanesburgo e República Dominicana, além da primeira loja global em Xangai na China. Os méritos de Marc Jacobs são reconhecidos por todos. Sob seu comando, a marca cresceu 80%. Há mais de 150 anos a LOUIS VUITTON conserva intacto o seu poder de atração, quer sobre as cabeças coroadas quer sobre as estrelas de Hollywood, de Cary Grant a Marlene Dietrich, de Sharon Stone a Jennifer Lopez. No segmento de malas, produto com o qual a tradicional marca iniciou sua escalada rumo ao sucesso, sua missão continua sendo fazer da viagem uma experiência pessoal e única. Mas sempre mantendo seus valores, que não mudaram desde o ano de sua criação: originalidade, espírito “avant-garde”, qualidade, “saber fazer” e paixão                                Imagem                                   1901
● Com o lançamento da bolsa Steamer, confeccionada em lona grossa e muito resistente, criada para ser levada dentro das malas de viagens, a marca deu seu primeiro passo para a diversificação de produtos, ingressando no mercado de bolsas, carro-chefe da LOUIS VUITTON até os dias de hoje                       Imagem                             1929 Depois de muitos anos sem um perfume da marca, a Louis Vuitton lança uma nova fragrância no ar. Nos anos 20 e 30, Louis Vuitton tinha perfumes no seu mix de produtos, mas eles não foram produzidos mais. Para criar esse novo perfume a  marca convidou o perfumista Jacques Cavallier-Belletrud para desenvolver a nova fragrância, ele é o nariz por trás de famosos perfumes como Dior Addict, L’Éau de Issey, Poéme de Lancôme entre outros. Todos muito ansiosos para conhecer a novidade.                                       Imagem                              1930
● Lançamento da Keepall Bag, a tradicional mala de mão, o item mais vendido da marca, e a primeira com tecido impermeável flexível.                 Imagem       1932
● Lançamento da bolsa Noé (estilo saco), um dos maiores sucessos da marca, que foi desenvolvida com a finalidade de carregar garrafas de champanhe, mas acabou se tornando uma mala de mão venerada por milhares de mulheres de fino trato no mundo.
1933                       Imagem     1933
● Lançamento da bolsa Speedy, que se uniu à linha existente, aumentando ainda mais a gama de modelos de bolsas fabricadas pela marca. A bolsa, feita de couro com fecho de zíper e a alça curta, feita para ser carregada nas mãos, se tornou um ícone quando Audrey Hepburn solicitou o seu modelo nos anos 60.         Imagem         1966
● Lançamento da bolsa em formato cilíndrico Pappilon        Imagem      1985
● Lançamento da linha Epi, composta por incríveis carteiras e malas de luxo, com cores brilhantes e chamativas.                                        ImagemImagem             1993
● Lançamento da Taïga, uma linha de malas e pastas em couro para homens e mulheres de negócios, que se destacava por seu visual sóbrio, composta por peças em sua maioria de cor preta.               1994
● Desenvolvimento de produções editoriais, com o lançamento de uma série de publicações sobre viagens, intitulada “Voyager avec…”.
1996
● Lançamento em comemoração ao centenário da estampa original criada por Louis de uma linha de carteiras que combinavam os famosos monogramas com detalhes em animal print.    1997 1998
● Lançamento da sua primeira coleção de roupas, assinada pelo estilista Marc Jacobs, ingressando de vez no mundo fashion.
● Lançamento da linha de sapatos e da linha de bolsas e carteiras envernizadas.
● Lançamento de uma linha de canetas, desenvolvida por Anouska Hempel.  

 Imagem            1999
● Lançamento do Louis Vuitton City Guide, um guia turístico de cidades do mundo.              Imagem        1999
● Lançamento do Louis Vuitton City Guide, um guia turístico de cidades do mundo.
● Lançamento da coleção de bolsas Mini Monogram, uma linha muito prática, com detalhes em couro e de materiais livianos, respondendo à demanda de todas suas consumidoras    Imagem     2000
● Inauguração de sua primeira loja no continente africano, localizada em Marrakesh no Marrocos     Imagem      2001
● Lançamento da linha de jóias, tendo como primeira peça o luxuoso bracelete Charm.     Imagem      ● Lançamento de uma linha de bolsas com estampas Graffiti em colaboração com Stephen Sprouse, que causou frisson com modelos exclusivos vendidos apenas para clientes importantes da marca…..Imagem         2002
● Lançamento da linha de relógios com o modelo Tambour.     Imagem     2003
● Takashi Murakami colaborou com a marca criando os monogramas coloridos em 33 versões com fundos branco e preto, dando seqüência à união entre arte e moda. Também acrescentou flores ao tradicional monograma, mas apenas em algumas peças, cultivando o ar de exclusividade, fundamental para o sucesso no mercado onde atua a LV.                 Imagem      2005
● Lançamento da nova coleção de relógios batizada Speedy    Imagem       2006
● Lançamento da linha Onatah que trazia Gisele Bündchen como garota-propaganda. Foi a primeira vez na história da grife que bolsas em camurça, onde as flores do tradicional monograma aparecem como desenhos muito delicados, foram perfurados na própria tela da bolsa.    ImagemImagemImagem    2007
● Lançamento em edição limitadíssima da Louis Vuitton Tribute Patchwork, uma bolsa feita de 15 partes das melhores bolsas da marca, que chegou a custar US$ 45.000.      Imagem      2008
● Lançamento da linha Damier Graphite, com os tradicionais monogramas nas cores cinza e preta.      Imagem      2009
● Lançamento da linha de sandálias Spicy, que se transformou em um verdadeiro sucesso, especialmente por ser vista nos pés de celebridades como Heidi Klum, Victoria Beckham e Madonna. Todos os seis modelos da coleção possuem mais de 11 centímetros de salto e estilos diferentes e únicos. São pedras, cordas e penas que marcam o calçado. Uma verdadeira obra de arte.    Imagem     Lançamento da coleção de jóias L’Ame du Voyage, criada por Lorenz Bäumer, responsável pelos diamantes lapidados no formato da flor do monograma da LOUIS VUITTON.     Imagem    2010
● Lançamento da linha Monogram Idylle, que apresenta bolsas de mão ou a tiracolo, e uma linha completa de viagem.
● Criação, a pedido da FIFA, de uma mala para guardar o troféu do Mundial de Futebol da África do Sul. A mala com detalhes de ouro 18 quilates e malaquita semipreciosa, coberta pelo icônico monograma da marca francesa e acompanhada por um par de luvas, foi feita à mão nas históricas oficinas da LV em Asnières.  Imagem      Imagem    Em 2010, a empresa decidiu abrir a mais moderna e luxuosa loja da grife no mundo, localizada na badalada New Bond Street em Londres. Para a missão de conceber a loja mais luxuosa da LOUIS VUITTON no mundo, o escolhido foi o arquiteto americano Peter Marino, que seguiu o conceito de Maison, ou seja, cada cômodo faz com que o cliente se sinta confortável como se estivesse em uma mansão residencial. Sob a direção criativa de Marc Jacobs, o espaço de 1.529 m² e três andares é também uma ode à arte cultural. Obras de artistas influentes da “new school” como Takashi Murakami, Jeff Koons, Basquiat, Damien Hirst e Richard Prince marcam presença na loja-conceito. A festa de inauguração da loja foi concorridíssima (apenas 350 convidados) e contou com a presença de estrelas, como Catherine Deneuve, Gwyneath Paltrow, Kirsten Dunst, Elle Macpherson, Jerry Hall, Alice Dellal, Pixie Gedolf, além de ter Alexa Chung como apresentadora do evento. Para animar os convidados, a diva Donna Summer soltou a voz.    Imagem    Campanhas que fizeram história
Em sua comunicação a marca utiliza duas ferramentas principais: relações públicas e publicidade. A primeira baseia-se no mecenato cultural e esportivo. Ou seja, é o patrocínio ou a criação e desenvolvimento de atividades de cultura ou esporte. No setor cultural, criou, em 1985, a “Fondation Louis Vuitton”, que tem como objetivo divulgar artistas dos séculos XX e XXI, assim como clássicos de séculos anteriores no arquivo permanente. No esporte, desenvolveu uma famosa competição de regatas que leva o seu nome em 1983 (LOUIS VUITTON CUP). Em relação à publicidade o grupo LVMH sempre soube que o glamour de Jennifer Lopez e Scarlett Johanssen não cativaria todo o mercado masculino da LOUIS VUITTON. Baseada nisso, a marca francesa contratou em 2007 o ex-presidente russo, Mikhail Gorbachev, para protagonizar uma campanha publicitária de malas de viagem, fotografada pela renomada Annie Leibovitz. Na imagem, repleta de simbolismo, Gorbachev aparece sentado no banco de trás de uma limusine com uma mala LOUIS VUITTON ao lado, enquanto contempla, com nostalgia, o que restou do muro de Berlim. A forte imagem era complementada pela frase “A journey brings us face to face with oursekves”. Com esta nova campanha, mais sóbria e realista, a empresa visava atingir ao mercado masculino e a países emergentes como a China e a Rússia. O ex-líder soviético, inicialmente reticente à idéia, aceitou o papel em troca de uma doação da LOUIS VUITTON à sua organização de proteção ao meio ambiente, Green Cross International. O enorme sucesso da campanha levou a marca a contratar outros garotos-propaganda famosos como os ex-campeões de tênis André Agassi e Steffi Graf; a atriz francesa Catherine Deneuve; a bela Uma Thurman; o guitarrista dos Rolling Stones, Keith Richards (que posa com sua guitarra em cima de uma cama em um quarto de hotel onde lenços negros com desenhos de caveiras obscurecem a luz de uma lâmpada decorada com caveiras); o ator Sean Connery (fotografado perto de sua casa nas Bahamas); e a família Coppola.   Imagem   ImagemImagem   Dados corporativos

● Origem: França
● Fundação: 1854
● Fundador: Louis Vuitton
● Sede mundial: Paris, França
● Proprietário da marca: LVHM Group
● Capital aberto: Não
● Chairman & CEO: Bernard Arnault (LVHM)
● Presidente: Yves Carcelle
● Estilista: Marc Jacobs
● Faturamento: €3 bilhões (estimdo)
● Lucro: Não divulgado
● Valor da marca: US$ 21.860 bilhões (2010)
● Lojas: 450
● Fábricas: 14
● Presença global: + 70 países
● Presença no Brasil: Sim (6 lojas)
● Maiores mercados: Estados Unidos, Japão, China e França
● Funcionários: 9.600
● Segmento: Moda de luxo
● Principais produtos: Bolsas, sapatos, canetas, jóias, relógios, roupas e acessórios

● Ícones: Os monogramas e a tradicional bolsa Keepall Bag
● Website: www.loiusvuitton.com Imagem   ImagemImagemImagemO valor
Segundo a consultoria britânica Interbrand, somente a marca LOUIS VUITTON está avaliada em US$ 21.860 bilhões, ocupando a posição de número 16 no ranking das marcas mais valiosas do mundo.

A marca no mundo
A marca tem atualmente 450 lojas exclusivas e 14 oficinas de produção, empregando mais de 9.600 pessoas e estando presente em mais de 70 países ao redor do mundo. Para se ter idéia do poder da marca, mais de 15% do faturamento do Grupo LVMH (que possui marcas como Fendi, Moët et Chandon, e Christian Dior, entre outras) provém dos produtos da LOUIS VUITTON. A metrópole com maior número de lojas da marca é Nova York, que em sua área metropolitana concentra 17 unidades, seguida por Tóquio com 12 lojas.

Você sabia?
● Existe uma lenda acerca dos baús de viagem da LOUIS VUITTON: muitos que estavam a bordo do Titanic foram encontrados intactos, preservando inclusive o conteúdo.
● Hoje em dia, a casa dos Vuitton em Asnières abriga o museu Louis Vuitton, que pode ser visitado ao longo do ano sem necessidade de hora marcada. Lá é possível apreciar uma grande coleção de malas e baús antigos e ainda passear pelos ambientes da casa, como a sala toda decorada em estilo art noveau.


As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Time), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers).
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STYLE – DICAS VALIOSAS DE MODA

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PANTALONA        Pantalona – É a calça que tem as pernas largas de cima a baixo, algumas são retas, outras vão se abrindo até a barra.              Imagem                  Imagem                                Imagem            CALÇA PATA DE ELEFANTE     Pata de elefante – Sucesso nos anos 1970, situa-se entre a pantalona e a boca de sino, pela largura de suas pernas.          Imagem                    Imagem                     Imagem                     CALÇA RETA      Reta – Clássica e básica, suas pernas têm a mesma largura em todo o seu comprimento, que termina nos tornozelos.         Imagem                                               Imagem                                                          Imagem        CALÇA SAINT TROPEZ      Saint-Tropez – Imortalizada por Brigitte Bardot em um verão nos anos 1960, é a primeira calça de cintura baixa da história.      Imagem                                             Imagem           CALÇA SARUEL      Saruel – Sua inspiração veio da calça dos indianos, com muito volume de pano que parece se enrolar pelos quadris, segue sem criar forma no cavalo e desce pelas pernas, terminando ajustadas em torno dos tornozelos.
Calça difícil de ficar bem. Deve ser esquecida pelas mais cheinhas.                              Imagem                                        Imagem                          Imagem                    CALÇA SKINNY            Skinny – Agarrada de cima a baixo, como se fosse uma segunda pele. Fica bem apenas em mulheres muito altas e com pernas muito finas. Mesmo assim, tem quem adore e quem deteste o modelo.                             Imagem                           Imagem                               Imagem                                                                   

STYLE – DICAS VALIOSAS DE MODA CALÇAS

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Calças

Elas demoraram para ocupar seu espaço no armário feminino, mas, depois de instaladas, nunca mais saíram.

Chanel criou a primeira calça para mulheres na década de 20; no pós-guerra, Schiaparelli reforçou a ideia; nos anos 1960, elas invadiram as ruas e alguém escreveu: “Deus é justo, mas suas calças…”Imagem        CALÇA DE ALFAIATARIA         – Inspirada literalmente nos modelos masculinos, ela tem corte clássico, geralmente vem com bolso faca, algumas têm pregas e barra italiana, e é confeccionada em tecidos mais encorpados.ImagemImagem       CALÇA BAGGY        Baggy – Calça de corte arredondado que tem a cintura no lugar, é mais folgada nos quadris e pernas, que descem se ajustando suavemente. Contraindicada para quem tem quadris largos. Bem anos 80.      ImagemImagemImagemImagemImagem   CALÇA BOCA DE SINO         Boca de sino – Apareceu com os hippies, no final dos anos 1960. Elas seguem retas até a altura dos joelhos e abrem-se em bocas de 20 a 30 centímetros.     ImagemImagemImagemImagemImagemImagemImagemImagemImagem CALÇA BOY FRIEND               Boyfriend – É dois ou três números maior do que a sua numeração, e é para ser usada “puxada” no cinto. A proposta é parecer que você está usando a calça do namorado – que precisa ser bem maior do que você.ImagemImagemImagemImagemImagem   CALÇA CAPRI    Capri – É uma calça folgada (não larga) nos quadris, de boca afunilada e comprimento no meio da canela. Também conhecida como calça “pescador.          Imagem         Imagem        Imagem             ImagemImagemImagem     CALÇA CARROT OU CENOURA          Carrot – Foi a invenção de 2009, é a versão light da saruel, com muito tecido nos quadris e bocas agarradas. Costuma ser de malha ou moletom, é confortável, mas dificilmente cai bem.ImagemImagemImagem            CALÇA CLOCHARD     Clochard – Criada nos anos 1980, é quase uma calça tulipa: larga na cintura, que fica franzida, desce em forma de lápis e deixa os tornozelos à mostra. É a precursora da boyfriend.       ImagemImagemImagem      CALÇA CORSÁRIO        Corsário – Ela é básica, tem pernas retas ou justas e seu comprimento termina logo abaixo do joelho. O modelo foi adotado pela moda fitness e trabalhado em Lycra.          ImagemImagemImagem     ImagemImagem CALÇA DE MONTARIA      Culote ou montaria – Baseia-se na calça dos cavaleiros, com quadris confortáveis e pernas ajustadas, pensadas para caber dentro das botas.      ImagemImagemImagemImagemImagem CALÇA FUSEAU       Fuseau – Lembra um fuso, é uma calça feita de malha que tem alças nos pés. É a calça usada pelos esquiadores, a alça nos pés garante que a calça não “escape” das botas e o frio não entre.            Imagem          Imagem                           Imagem           CALÇAS  HAREN           Harém – Inspirada nas calças das odaliscas, é ajustada nos quadris, tem pernas largas e bufantes e volta a se prender nos tornozelos. É uma calça difícil de usar.                Imagem        Imagem        Imagem          CALÇA  LEGGING        Legging – Criada para ser o uniforme de ginástica mais confortável, é feita de Lycra e justa nas pernas. Nos anos 80, era usada com camisões e palas, hoje deveria se limitar ao universo das academias.       Imagem      Imagem           Imagem        CALÇA MARINHEIRO    Marinheiro – Foi criada por Chanel, que se inspirou nas calças dos marinheiros, com abotoamento feito com pala e botões, e pernas largas. Foi muito usada no final dos anos 1960..      Imagem           

STYLE – DICAS VALIOSAS DE MODA – VESTIDOS

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A  DICA  DE HOJE VAI SER UM POUCO DO ABC DA MODA, PARA VOCÊ FICAR MAIS  ANTENADA.   

Vestidos

Eles entram e saem das coleções segundo a vontade dos criadores. Ora estão em alta, ora são usados apenas em ocasiões especiais.

Inspiração + volume + forma da saia + comprimento = Constroem um vestido.

Inspiração = Onde (em que décadas) os estilistas buscaram suas referências.

Volume = Se eles estão mais próximos ao corpo, mais largos, onde ficam os recortes, a cintura, etc.

Forma da saia = Em A, lápis, reta, balonê, etc.

Comprimento = Altura das saias (míni, pouco acima, abaixo ou nos joelhos, longa, etc.).

Sete tipos de vestido.     Imagem                                      VOU FALAR SOBRE CADA UM PARA VOCÊ APRENDER UM POUCO MAIS.       Imagem–VESTIDO TUBO                                   É um clássico que atravessa décadas e coleções. Um vestido seco, de decote redondo, que pode ou não ser acinturado, e ter ou não mangas. É o famoso “pretinho básico”, de Chanel.ImagemImagemImagemImagemImagem                                                                                                                           ImagemImagemImagemImagemImagem                            VESTIDO PRINCESA     Esse modelo é mais romântico, com cintura mais alta, busto muitas vezes drapeado, decote em U e mangas bufantes. Em longo, é um dos modelos preferidos das noivas, mas, de tempos em tempos, aparece em algumas coleções.                                                                               VESTIDO BALONÈ Balonê – O acabamento da saia é a característica desse modelo, que pode ter mangas ou não, ser mais curto ou longo, ter a cintura marcada ou não. O efeito bufante se deve à “volta” que o tecido dá, sem terminar em barra com costura.  ImagemImagemImagemImagemImagemImagem                                                                                                           VESTIDO SACO   ImagemImagem   –  Saco – É a versão larga e sem formas do tubo (a criada por Balenciaga, nos anos 1950), que também aparece com comprimento irregular e acabamento balone.       Imagem                                 VESTIDO CHAMISIER                     ImagemImagemImagemImagemImagemImagemImagem            Chemisier – A camisa interpretada como vestido. O abotoamento nem sempre chega até o final da saia, geralmente é acompanhado por cinto; é uma peça curinga e que alonga a silhueta.                                                                                                                      TÚNICAS  –  Vestido túnica – Mais solto e esportivo, ele tem a forma das túnicas indianas, dos kaftans. ImagemImagemImagemImagemImagemImagem               WRAP DRESS      Wrap dress – Criação da americana Diane von Furstenberg, é o vestido-envelope que cai bem em qualquer tipo de corpo.        ImagemImagemImagemImagemImagemImagem    MULHERES FIQUEM ATENTAS AO SEU BIO-TIPO PARA NAO ERRAR NAS OPÇÕES DE VESTUÁRIO.  NEM TUDO QUE ESTÁ NA MODA , PODE CAIR BEM EM VOCÊ.     

Corpo x vestido: uma questão de geometria.

Cinturinha de pilão e formas arredondadas são típicas das mulheres.
Use: Vestidos que marquem a cintura.
Evite: Vestidos de corte reto.

Mulheres que praticaram muita natação e têm muito ombro são do tipo triângulo invertido.
Use: Vestidos de um ombro só ou que disfarcem a largura dos ombros com mangas.
Evite: Decote tomara que caia, canoa ou quadrado e cavas muito acentuadas.

Pouco ombro e quadris largos são características da mulher triângulo.
Use: Vestidos que sejam fartos, estampados ou bordados da cintura para cima. E aposte nos decotes que aumentam os ombros.
Evite: Vestidos frente única e alças muito delicadas.

Você tem pouca cintura, quadris e ombros estreitos? Você é uma mulher retângulo.
Use: Vestidos que marquem a cintura e que deem movimento nas outras partes do corpo.
Evite: Vestidos de corte reto ou formato de A.

A mulher losango tem quadris muito largos e barriga muitas vezes proeminente.
Use: Vestidos mais soltos e retos que não marquem o abdome.
Evite: Estampas grandes, faixas ou cintos amarrados embaixo do busto ou na cintura e qualquer excesso que marque os quadris.       Imagem                                                                   ESPERO QUE ESSAS DICAS POSSAM AJUDÁ_LAS.  BEIJOS.

STYLE – MODA E BELEZA BATONS 2012

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Batons em alta 2012ImagemOs Batons laranjas são os que estão muuuuito em alta , esse batom pode ser cintilante ou fosco e combina com meninas da pele clara e tambem pode ser usado pra quem tem uma personalidade forte.     ImagemO rosa que todo mundo tem vai estar super em alta por combina com todos os tons de pele e pode ser do clarinho ao mais forte e pode ser fosco ou cintilante.ImagemOque vai estar em alta é o batom vermelho fosco e só deve ser usado de noite porque de dia é muito chamativo e não fica legal. Imagem 

Tendências de batom

A tendência de batom em 2012 são as cores vivas como rosa, cereja, lilás e os tons de vermelho. Apostar nostons de vermelho que serão um arraso e não deixar de lado o gloss que ajuda a hidratar os lábios deixando-o mais jovial, afinal uma boca bem definida deixa a mulher com muita sensualidade.
Aposte nas tendências de batom que chegam com tudo. Por tanto, não poupe esforços para estar sempre junto à moda e de bem com você mesmo, por que mulher nenhuma merece ficar sem um batom, um brilho a mais nos lábios e claro, mostrando que sua boca faz parte de toda sua beleza.Imagem

Sombra de oncinha

É a aposta da maquiagem da Dior, que vem com duas palettes com a estampa na coleção Golden Jungle. Imagem

A linha de outono inverno (para o hemisfério norte, por enquanto), traz 19 novos itens:

  • Golden Jungle Palette (Edição Limitada) nas cores 001 Golden Khaki e 002 Golden Brown;
  • Estojo de sombras 5 Couleurs (Edição Limitada) nas cores 774 Golden Savanna e 308 Khaki Design;
  • Estojo de sombras 3 Couleurs Glow: 151 Blue Glow, 551 Ivory Glow, 651 Nude Glow e 851 Pink Glow;
  • Diorblush Glowing Colour Powder Blush (Edição Limitada): 639 Cinnamon Brown e 849 Sugar & Spice;
  • Batom Rouge Dior Haute Couleur Voluptuous Care (Edição Limitada) em 611 Sahara Brown e 659 Wild Pink;
  • Batom Rouge Dior Serum de Rouge (Edição Limitada) nas cores 430 Gold Beige Serum, 610 Copper Brown Serum, 620 Sensual Brown Serum e 680 Tawny Pink Serum;
  • Esmaltes Golden Jungle Nail Art Duo (Edição Limitada) Crocodile Leather Effect Nails Duo 001;
  • Esmaltes Dior Vernis Haute Couleur (Edição Limitada) nas cores 605 Amazonia e 615 Bengale.

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